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12ª Marcha dos Sem reuniu mais de 7 mil trabalhadores
Mobilização estadual busca resgatar o Estado como indutor do desenvolvimento
A CUT-RS e a CMS realizaram na sexta, dia 30, a 12ª Marcha dos Sem em Porto Alegre
01/12/2007


A manifestação popular, liderada pelas representações social e sindical do Rio Grande do Sul, reuniu mais de sete mil trabalhadores e teve como eixo principal a recuperação do papel do estado como indutor do desenvolvimento.

A concentração teve início às 15h, em frente à Fase (Fundação de Atendimento Socioeducativo - antiga Febem), na Avenida Padre Cacique, e seguiu em direção ao Palácio Piratini, passando pela Avenida Borges de Medeiros e Rua Jerônimo Coelho, até chegar na Praça da Matriz.

Após os discursos dos dirigentes da Central Única dos Trabalhadores, Celso Woyciechowski, presidente da CUT-RS, Artur Henrique, presidente da CUT nacional, Quintino Severo, secretário geral da CUT nacional, entre outras lideranças, os dirigentes se reuniram para entregar um documento ao chefe de gabinete da Casa Civil, Aldemi Reginato, e ao secretário de Comunicação Social, Paulo Fona.

O documento denuncia a liquidação do patrimônio público dos gaúchos, liderada pelo atual governo, ao mesmo tempo em que apresenta propostas alternativas de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul.

Resultado do diálogo entre lideranças cutistas e a população gaúcha do interior do estado, as propostas de desenvolvimento procuram resgatar um estado que seja indutor do desenvolvimento. Essa questão foi tema central da Jornada de Lutas pelo Desenvolvimento, Distribuição de Renda e Inclusão Social, realizada durante os meses de outubro e novembro pela CUT-RS.

Para o presidente da CUT-RS, Celso Woyciechowski, é dever dos trabalhadores lutar pelo fim das privatizações das empresas públicas e dos processos de desmonte do serviço público. “Não podemos aceitar a atitude passiva do governo estadual em relação à crise econômica que estamos atravessando. Queremos soluções concretas para que o Estado volte a crescer e são estas as soluções que estamos entregando à governadora, através do documento que acumula propostas debatidas durante a Jornada de Lutas pelo Desenvolvimento, Distribuição de Renda e Inclusão Social.”

Já, para o presidente da CUT nacional, Artur Henrique, “esse novo jeito do governo Yeda não tem nada de novo. É o mesmo jeito que o PSDB governa São Paulo e Minas Gerais há vários anos. Essa forma foi derrotada pelo presidente Lula nas últimas eleições”, ressaltou. Artur destacou que “é preciso construir alternativas e nós temos propostas para o Estado, sem necessidade de privatizar”.

Além da CUT, a Marcha dos Sem contou com a participação da Coordenação dos Movimentos Sociais, MTD, UNE, Conlutas, dentre outras entidades.


Por: CUT RS

 
   
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