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CAMPANHA SALARIAL 2008
Metalúrgicos fecham dissídio com reajuste de 8,5%
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11/07/2008


Os metalúrgicos de Sapiranga e Região, reunidos em assembléia geral extraordinária na sexta-feira, 4 de julho, avaliaram e resolveram aceitar a proposta patronal de 8,5% de reajuste, dando fim à campanha salarial deste ano.

AUMENTO

Com o reajuste, a categoria metalúrgica de nossa base recupera as perdas causadas pela inflação (5,9%, segundo a variação acumulada do INPC/IBGE) e conquista um bom aumento real nos salários (2,6%). Pelo acordo aprovado, os trabalhadores têm garantida a recuperação das perdas (5,9%) em maio e junho/08. O reajuste integral (8,5%) passa a vigorar somente a partir da folha de pagamento de julho, com exceção dos pisos salariais, que vigoram desde maio/08.

PISOS SALARIAIS

Os pisos salariais tiveram uma importante valorização a partir do dissídio. Houve recuperação das perdas e aumento real tanto no piso inicial quanto no efetivo, retroativamente a partir de 1° de maio. Veja abaixo como ficaram:

- Piso Inicial (de admissão) = Reajuste de 10,8%. (4,63% acima da inflação). De R$ 2,13 por hora, passou a valer R$ 2,36 por hora ou R$ 519,20 por mês, empatando com o piso regional recentemente conquistado pela CUT e outras centrais sindicais aqui no Estado;

- Piso Efetivo (a partir do mês seguinte ao mês que o trabalhador completar 60 dias na empresa) = Reajuste de 7,6% (1,61% acima da inflação). De R$ 2,37 por hora, passou a valer R$ 2,55 por hora ou R$ 561,00 por mês.

CLÁUSULAS SOCIAIS

A renovação de todas as cláusulas sociais em vigor no dissídio já estavam garantidas a partir do dissídio do ano passado. Como os patrões sempre querem retirar ou flexibilizar conquistas importantes contidas nos acordos coletivos, esta renovação automática merece ser lembrada como uma conquista.

DIFERENÇAS

As empresas ficaram de pagar o novo salário e todas as diferenças na folha de pagamento de julho, que é paga sempre até o 5° dia do mês seguinte. Neste caso, sempre é bom os(as) trabalhadores(as) ficarem atentos(as) para possíveis casos de “erros” cometidos por quem faz as folhas de pagamento. Se você tiver dúvidas e não souber fazer os cálculos, pode buscar a ajuda do sindicato.


Por: Geraldo Muzykant - Assessor de Comunicação Social

 
   
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