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HOJE TEM MANIFESTAÇÃO NACIONAL CONTRA A CRISE
DIA NACIONAL DE LUTAS CONTRA AS DEMISSÕES E A REDUÇÃO DE DIREITOS E DE SALÁRIOS
Estão sendo previstas marchas e atos públicos em empresas e instituições públicas e privadas
11/2/2009


Como parte da luta contra a redução de direitos dos trabalhadores, as demissões, a redução da jornada de trabalho com diminuição de salários, entre outras penalizações que os trabalhadores brasileiros estão sofrendo devido às repecussões da crise financeira mundial, a CUT está realizando hoje, 11 de fevereiro, o Dia Nacional de Mobilização contra a crise.

O movimento é nacional e vai mobilizar milhares de trabalhadores e trabalhadoras em todos os recantos do Brasil. Aqui no RS, as mobilizações vão acontecer em praticamente todas as principais cidades. O destaque vai ficar na região do Vale do Sinos e na capital, Porto Alegre.

Veja abaixo a agenda do RS:

Madrugada: panfletagem em frente as fábricas da grande Porto Alegre e Vale dos Sinos
9h30min – Ato Público em frente à Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787, Porto Alegre, RS)
Marcha ao Palácio Piratini – Porto Alegre
Entrega do documento “Os trabalhadores não vão pagar pela crise” para a governadora e para o presidente da Assembléia Legislativa.
Em Pelotas, haverá um ato no Calçadão com panfletagem a partir das 10h e mobilizações nas fábricas durante a madrugada.
O ato das Regionais da CUT Missões e CUT Celeiro será às 18h, na Praça Getúlio Vargas, localizada no Centro do município de Santa Rosa. Haverá panfletagem e ato cultural. Durante a madrugada, haverá manifestações nas portas de fábricas metalúrgicas.
Em Ijuí, haverá plenária às 9h, no Sindicato dos Professores do RS (Sinpro-RS). Após, acontecerá a passeata no centro da cidade.
Em Passo Fundo, também haverá panfletagem durante a madrugada nas portas das fábricas. Das fábricas, seguiram em caminhada até a Praça Municipal.
Em Canoas, haverá atividade em frente à uma grande empresa. Após, haverá mobilizações na Avenida Guilherme Shell.
Em Sapucaia do Sul, também haverá concentração na RS 118 e, após, a mobilização numa grande fábrica metalúrgica, às 7h.

Contatos para mais informações:
Daiani Cerezer, assessora de imprensa da CUT-RS - 9641.0961
Celso Woyciechowski, presidente da CUT-RS - 9967.1278
Sônia Solange, secretária de comunicação da CUT-RS - 9978.7086
Nelson Luiz da Silva, Nelsinho, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e Nova santa Rita - 8443.8002



Veja algumas das propostas da CUT para superação da crise:

Redução drástica da taxa básica de juros – com a taxa alta como está, os mesmos especuladores de sempre ganham e ainda derrubam o consumo.
Queda do spread – o spread é o que os bancos ganham quando pegam o dinheiro dos outros bem baratinho e emprestam bem caro
Liberação do crédito – os bancos estão sentados em cima do dinheiro, aplicando em papéis do governo, e quem precisa de crédito para produzir e consumir fica em apuros
Investimentos públicos – é essencial que o governo federal, através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) mantenha e até amplie os investimentos em obras que gerem emprego e renda
Contrapartidas sociais - o governo precisa exigir que todas as empresas que receberem isenção de impostos ou empréstimo com dinheiro público se comprometam a não demitir, sob pena de punição
Redução de impostos – a CUT propõe a redução da carga tributária durante os meses em que a produção estiver em baixa, mas só se for com garantia, por escrito, de que as empresas vão manter o nível de emprego e o valor dos salários registrados na data em que as reduções tributárias temporárias entrarem em vigor.
Câmaras setoriais – precisamos criar um calendário de encontros entre os representantes dos trabalhadores e dos empresários, mais os governos federal e estaduais, para debater e elaborar medidas políticas e econômicas que contribuam para o desenvolvimento econômico com distribuição de renda. Essa iniciativa democrática vai impedir que só “especialistas” e burocratas de gabinete tomem grandes decisões.
Redução da jornada sem redução de salários – se a jornada de trabalho semanal cair das atuais 44 horas para 40 horas, vai haver mais espaço para manter ou até gerar novos empregos. Já existe um projeto de lei para essa mudança no Congresso Nacional. Vamos cobrar que deputados e senadores aprovem esse projeto.
Combate às terceirizações – os patrões abusam das terceirizações, para pagar salários mais baixos e não honrar com os direitos trabalhistas. Isso precisa mudar.
Fim da rotatividade – os empresários brasileiros têm por hábito demitir trabalhadores para contratar outros que vão ganhar menos. É uma forma de aumentar os lucros. Para acabar com essa farra, a CUT quer a Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho passe a vigorar no Brasil. Esta Convenção, que limita as demissões sem justa causa, depende agora da aprovação de deputados e senadores. Vamos cobrá-los.
Todo o apoio à agricultura familiar – crédito, assistência técnica e meios de comercialização.
Reforma agrária – mais empregos no campo.
Políticas públicas – ampliação e fortalecimento de programas sociais como saúde e educação para todos os brasileiros.


Por: Geraldo Muzykant - Jornalista, assessor de imprensa

 
   
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