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AS TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO DO TRABALHO
Esta foi a principal pauta do curso de formação sindical da Federação dos Metalúrgicos
Métodos de produção e de controle dos trabalhadores, intensifica ritmo e gera problemas de saúde
22/9/2009


O programa de Formação Sindical desenvolvido pela Federação dos Metalúrgicos RS – FTMRS segue ampliando os horizontes dos sindicalistas participantes. Nos dias 21 e 22 foram 50 os integrantes do grupo, que priorizaram as discussões em torno das transformações no mundo trabalho.

A formatura das turmas (uma nova e outra em continuidade do curso) acontece no dia 11 de dezembro.

O grupo também realizou um mapeamento das principais empresas do setor, sendo constatado que os novos métodos de produção e de controle dos trabalhadores estão provocando problemas relacionados com a intensificação do ritmo de trabalho, comentou o coordenador do curso João Marcelo Pereira dos Santos.

Entre os depoimentos, destaca-se “na empresa existe um estado de exceção, no local de trabalho quem manda é o patrão, o ritmo de trabalho é tão intenso que não existe tempo nem pra gente se coçar”. Em outro, o comentário é de que “hoje, os patrões querem consumir totalmente a força de trabalho”.

Com a evolução das discussões ao longo do curso, os sindicalistas participantes já apontam a importância e necessidade dos sindicatos investirem na organização dos trabalhadores nos locais do trabalho. “Um sindicato atuante deve pautar questões que se dão no chão de fábrica”, dizem.

A luta pela melhoria salarial é importante, mas não é tudo, acreditam os sindicalistas, que já apostam mais na introdução de novas tecnologias para os trabalhadores, formação profissional e cuidados com a saúde.

As mulheres, embora ainda em minoria na categoria, também foram pauta deste módulo do curso de formação. A discussão sobre gênero é importante, porque a exploração da mulher no mercado de trabalho ainda se mantém. Uma das participantes disse que “para se manter no emprego no ramo metalúrgico, uma mulher precisa de muita preparação, não apenas profissional, mas também psicológica para suportar a pressão”.

Entre os dirigentes sindicais participantes do curso de formação da Federação estava o companheiro de nossa base metalúrgica Alcidir de Oliveira.


Por: Assessoria de Imprensa FTM

 
   
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