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A LUTA CONTINUA!
CUT e sindicatos filiados arrancam adiamento do PL da terceirização sem limites
Centrais sindicais convocam greve no dia 30 de agosto para barrar PL 4330
16/08/2013


Ganhamos uma batalha, mas ainda não vencemos a guerra. A declaração de um dos 80 militantes metalúrgicos gaúchos presentes na vigília realizada entre os dias 13 e 14 de agosto no Congresso Nacional em Brasília ilustra muito bem a luta que o movimento sindical combativo está travando para barrar o Projeto de Lei 4330, que precariza ainda mais a vida dos trabalhadores terceirizados e indiscriminadamente amplia a terceirização no Brasil.

No caso, a pressão feita dia 6 de agosto junto às entidades patronais brasileiras e a vigília em Brasília, realizada para pressionar os deputados ideologicamente comprometidos com o empresariado ou que devem favores às empresas que bancaram suas campanhas eleitorais, apenas conquistou o adiamento para o dia 3 de setembro da votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados. Até lá se espera que o projeto seja arquivado ou que seu texto seja melhorado, pois, do jeito como está apresentado, não representa a vontade da maioria da população porque não dá garantias para a classe trabalhadora e só beneficia os empresários.

“Queremos fazer um debate mais apropriado, que não ofereça apenas segurança jurídica para o empresário. A regulamentação da terceirização não pode piorar a legislação que temos hoje. Com esse tempo (adiamento), esperamos que o texto melhore, não coloque amarras nos trabalhadores, tenha um melhor conceito de especialização, contratos de trabalho, tempo de duração do contrato com regras claras, salários dignos e decentes”, explicou o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas.

Greves e outras mobilizações vão continuar

Em Brasília, a partir de agora as negociações da mesa quadripartite sobre o tema devem continuar. O objetivo do movimento sindical é convencer principalmente os deputados e os representantes do governo a considerar o conteúdo nocivo da matéria, especialmente a permissão para a terceirização em todos os setores das empresas, a fragmentação da representação sindical e o ataque à responsabilidade solidária, aquela pela qual a empresa assume as dívidas trabalhistas deixadas pela terceirizada.

No Brasil, o movimento sindical vai começar a dar publicidade nas ruas e na internet aos deputados que se posicionaram a favor do PL 4330. Também quer ampliar o debate com a sociedade e o empresariado. Por fim, está retomando a partir do dia 30 de agosto as greves e paralisações no país. "As greves serão nossa resposta se os empresários insistirem no projeto como ele está", disse o presidente da CNM/CUT, Paulo Cayres.


GREVE DIA 30 DE AGOSTO

Mobilizações como a pressão do dia 6 de agosto nas entidades patronais e a vigília em Brasília nos dias 13 e 14 de agosto, garantiram o adiamento para o dia 3 de setembro da votação do PL 4330. O projeto é nefasto porque precariza ainda mais as relações de trabalho, não dá garantias para a classe trabalhadora e só beneficia os empresários. Por este motivo, as centrais sindicais estão convocando a população a aderir à greve do dia 30 de agosto, que inaugurará outras tantas caso o projeto seja mantido e aprovado como está.


Por: Assessoria de Comunicação Social

 
   
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