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Redução da jornada é uma das exigências do Contrato Coletivo Nacional de Trabalho
02/07/2007

A redução da jornada de trabalho não significa apenas um ganho na qualidade de vida para os trabalhadores metalúrgicos, mas também a geração de novos empregos nas indústrias do setor em todo o país. Esta é mais uma reivindicação que consta na pauta entregue pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) na última semana às entidades patronais Fiesp, Anfavea/Sinfavea e Sindipeças.

Atualmente, a jornada semanal de trabalho está estipulada em 44h semanais, mas a CNM/CUT luta para que o trabalhador metalúrgico brasileiro trabalhe 40h por semana, sem redução de salários.

Segundo a socióloga e técnica do Dieese Adriana Marcolino, a geração de empregos poderia ser ainda maior se a jornada de trabalho de 40 horas semanais for aceita pela classe patronal. 'Isso resultaria em mais 135 mil postos de trabalho', estima. Ela diz ainda que a criação de postos poderia ser dobrada caso fossem controladas as horas extras na indústria metalúrgica.

O presidente da CNM/CUT, Carlos Alberto Grana, diz que 'da mesma forma que nos anos 80 trabalhava-se 48h semanais no Brasil e os metalúrgicos tiveram um papel decisivo para reduzir a jornada que foi estabelecida em 44h na Constituição Federal de 1988, tenho certeza de não mediremos esforços para conseguir as 40h semanais neste novo momento do país'.

Por: CNM/CUT - Assessoria de Imprensa

 
   
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