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CUT reivindica reajuste de 13% no piso regional do RS
10/11/2012

A CUT-RS e outras centrais estão reivindicando um reajuste de 13% para as quatro faixas salariais do piso regional do Estado, a vigorar a partir de janeiro 2013. Além da pauta econômica, os representantes dos trabalhadores também sugeriram a inclusão do piso regional na Constituição do Estado e sua adoção como vencimento mínimo dos servidores públicos estaduais. O piso regional interessa diretamente a mais de 1,3 milhão de trabalhadores e trabalhadoras gaúchas.

O índice de 13% proposto pelas centrais se compõe da média do PIB nacional e gaúcho nos dois anos anteriores, mais a inflação estimada em 5,35%, e as perdas do período. O objetivo, a médio prazo, é recuperar a diferença do salário regional gaúcho sobre o salário mínimo nacional, que era de 1.28 quando foi criado durante o governo Olívio Dutra (1999-2002).

O governo prometeu encaminhar um projeto à assembleia até o dia 16 de novembro. A bancada do PT já fechou acordo com as centrais sindicais e entende que a valorização do piso regional significa um poderoso instrumento de democratização da renda, desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida. Citando dados da FEE e do DIEESE, os petistas e os sindicalistas concordam que o salário regional mais elevado tem contribuído tanto para o crescimento quanto para a estabilidade da economia, por sustentar circulação de renda, demanda de consumo e crescimento sustentável.

Patrões são contra

O governo gaúcho levou na segunda-feira , dia 05, a proposta para debate junto às federações empresariais e do Governo do Estado, via Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES-RS). A atividade foi realizada para que as entidades patronais tivessem a oportunidade de apresentar seu posicionamento em relação ao valor a ser definido para o próximo ano. Como não poderia ser diferente, além de manifestar contrariedade à política de recuperação adotada pelo governo, os patrões manifestaram-se contrários à reivindicação da CUT e disseram que o reajuste não poderia passar o INPC, que deve fechar o ano em apenas 6%.

Por: Geraldo Muzykant - Assessoria de Comunicação Social

 
   
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