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Direção avalia 2013 e planeja a luta sindical para 2014
10/12/2013

A direção do sindicato realizou nos dias 6 e 7 de dezembro um encontro para avaliar o ano que se encerra (2013) e traçar um planejamento de luta para 2014. “Nossa diretoria CUTista sempre adota a metáfora do motorista: dirigir olhando pra frente, mas também olhando o retrovisor. E é assim também no movimento sindical. Temos que avançar, sempre olhando para o passado para corrigir erros e repetir ou melhorar os acertos. Por isso, a avaliação do ano que se encerra e o planejamento para o ano que chega é muito importante para a luta”, resume o presidente do nosso Sindicato, Mauri Schorn.

Com a colaboração de dirigentes da CNM/CUT, os dirigentes sindicais avaliaram 2013 como um ano bastante agitado e positivo. A categoria conquistou avanços salariais e sociais, fruto da união e das mobilizações da categoria, e a entidade ampliou os convênios e serviços assistenciais para seus associados. “Cumprimos mais de 90% das metas definidas para este ano”, revelou o presidente do sindicato, Mauri Schorn. As greves de 11 de julho e 30 de agosto, e as mobilizações populares entre março e junho, foram lembradas como ações positivas da classe estudantil e trabalhadora no combate a corrupção e a projetos que tiram direitos.

Para 2014, preveem muitos e novos desafios, que vão exigir criatividade e inovação não só para conquistar um bom dissídio, mas para lutar contra o retrocesso, já que os patrões tentarão aprovar projetos sacanas como o PL 4330, da terceirização, flexibilizando direitos e benefícios. “2014 vai ser um ano bastante agitado. Será um ano de Copa do Mundo e de eleições gerais. Precisamos nos preparar para conquistar um bom acordo coletivo e nos preparar para eleger políticos que realmente representem a classe trabalhadora. O atual Congresso Nacional tem maioria formada por deputados e senadores ligados a empresários, latifundiários e representantes de uma elite que odeia movimentos sociais, os sindicatos e os trabalhadores e trabalhadoras. Por isso não conseguimos aprovar nossos projetos mais importantes, como a redução da jornada, o fim do fator previdenciário e o fim do projeto 4330, que libera as terceirizações e acaba com a carteira de trabalho e vários direitos trabalhistas. Neste caso, a união, organização e luta de nossa categoria será de fundamental importância”, resumiu o presidente.

Por: Asssessoria de Comunicação Social

 
   
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