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Expectativa de vida cresce, mas fator previdenciário eleva perdas principalmente para as mulheres
15/12/2013

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de divulgar pesquisa que indica crescimento na expectativa de vida dos brasileiros, principalmente no caso das mulheres. De acordo com a pesquisa, a esperança de vida ao nascer das companheiras chegou a 78,3 anos no ano passado, com aumento de seis meses e 25 dias em relação à expectativa observada em 2011. Para a população masculina, o aumento foi de quatro meses e dez dias, passando de 70,6 anos para 71 anos.

O motivo de a expectativa de vida das mulheres ter crescido mais que a dos homens é a maior incidência dos óbitos por causas violentas entre a população masculina. O instituto assinala que o problema atinge, sobretudo, jovens adultos, com idade entre 15 e 30 anos. Além do mais, a probabilidade de um recém-nascido do sexo masculino não completar o primeiro ano de vida foi de 0,01703, isto é, para cada mil nascidos, 17 deles não completariam o primeiro ano de vida. Se fosse do sexo feminino, este valor seria 0,01428, ou 14 entre mil.

Se, por um lado, a maior expectativa de vida é um dado que merece comemorações, por outro eleva o tempo necessário para os trabalhadores e trabalhadoras se aposentarem sem perdas. A Previdência Social utiliza esses dados do IBGE para o cálculo do fator previdenciário e, como resultado disso, do valor inicial das aposentadorias. Para as mulheres, a incidência do fator previdenciário é muito agressiva, tendo em vista que a mulher possui uma expectativa de sobrevida maior que a do homem. Logo, se pede a aposentadoria precocemente, a perda financeira é significativa.

Por: Asssessoria de Comunicação Social

 
   
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