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Depois das eleições, governo golpista vai atacar leis trabalhistas
19/08/2016

Para pagar a dívida do apoio dos empresários ao possível impeachment de Dilma, a pretexto de fazer o ajuste fiscal, o governo golpista de Michel Temer vai acabar ou reduzir com diversos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas.

Em breve, possivelmente um dia depois das eleições municipais, o governo vai dar outro golpe na classe trabalhadora e encaminhar ao Congresso Nacional três propostas de alteração na legislação trabalhista: 1ª) a regulamentação da terceirização sem limites, 2ª) a conversão do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) em política permanente e 3ª) mudanças que praticamente darão um fim na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a prevalência do negociado sobre o legislado.

A CUT e suas confederações, federações e sindicatos filiados, lideram a resistência do movimento sindical combativo. Até centrais sindicais reconhecidamente amigas de patrões e do novo governo já se mostram contrariadas com os retrocessos a vista. “Em primeiro lugar, um governo provisório, que não tem garantia da própria continuidade, nem deveria tocar nesses temas. Causa preocupação essa sanha em mexer na legislação trabalhista”, diz Sérgio Nobre, que reafirmou a intenção de unir todas as centrais para se posicionar contra as mudanças.

Por: Assessoria de Comunicação

 
   
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