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Marcha Global Contra o Trabalho Precário leva 2 mil metalúrgicos às ruas de Salvador
29/11/2007

Desde a concentração no Campo Grande, até a chegada na Praça Castro Alves, os gritos da multidão e os discursos de metalúrgicos de todo o mundo mostraram à capital baiana, a importância da luta contra o trabalho precário no planeta.

O ato teve início às 17h e contou com a participação de todas as delegações presentes à reunião do Comitê Central da FITIM, que aconteceu no Othon Palace Hotel entre quarta e quinta-feira. Além disso, mais 1,5 mil trabalhadores baianos se juntaram ao coro de 'Trabalhador unido, jamais será vencido', que foi proferido em diversos idiomas.

Para o presidente da CNM/CUT (Confederação Nacional dos Metalúrgicos), Carlos Alberto Grana, 'o Brasil, por ter um grande número de trabalhadores em situação precária, deve unir a classe trabalhadora e ser um dos principais expoentes da luta pela carteira assinada e melhores condições de trabalho'.

Outra participação importante foi a do presidente da FITIM (Federação Internacional dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas, o alemão Jürgen Peters. 'Hoje Salvador conheceu a força dos metalúrgicos de todo o mundo, que lutam contra um mal que não pára de crescer: o trabalho precário', finalizou.

Dieese: Reduzir a jornada de trabalho é gerar empregos de qualidade

No próximo dia 05 de dezembro será realizada, em Brasília, a 4ª Marcha da Classe Trabalhadora. A marcha é uma promoção das Centrais Sindicais: Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT). Os eixos da campanha, este ano, são: Redução da jornada de trabalho; Mais e melhores empregos e Fortalecimento da seguridade social e das políticas públicas.

Para reforçar a questão da redução da jornada de trabalho, como forma de assegurar mais e melhores empregos, o DIEESE divulga a Nota Técnica 57, Reduzir a jornada de trabalho é gerar empregos de qualidade.

A nota mostra que, com base em dados sobre o emprego formal de 2005, a redução da jornada legal de 44 horas para 40 horas poderia permitir a criação de 2.252.600 postos de trabalho. Também o fim das horas extras teria forte impacto na criação de novas vagas, pois mesmo considerando a jornada legal atual, a realização de horas extras (dado também de 2005) significa a não abertura de 1.200.000 empregos.

Por: Imprensa CNM/CUT e Dieese

 
   
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