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Alta volta a predominar para os produtos básicos
04/04/2008

Em março, o preço dos gêneros alimentícios essenciais apresentou alta em 11 das 16 capitais onde o DIEESE realiza, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. O comportamento é o inverso do verificado em fevereiro e retoma trajetória que vinha ocorrendo até janeiro último. Das cinco capitais em que houve queda, os destaques foram Brasília (-3,79%) e Recife (-3,43%). Os aumentos mais expressivos ocorreram no Rio de Janeiro (5,32%), Vitória (4,50%), Florianópolis (4,38%) e Belo Horizonte (3,42%).

Nos três primeiros meses de 2008, somente em Aracaju, a variação acumulada é negativa (-1,72%). As elevações mais expressivas ocorreram em capitais como Fortaleza (10,58%) e Rio de Janeiro (10,39%). Entre abril de 2007 e março último, Goiânia apresenta maior variação acumulada (21,26%), seguida por Natal (19,18%) e Vitória (18,77%). Curitiba (8,14%) e Recife (8,70%) registraram variações inferiores a 10,0%.

Mesmo com o recuo de 1,00% no custo dos gêneros essenciais, a cesta básica de São Paulo (R$ 223,94) continuou a ser a mais cara dentre as 16 capitais pesquisadas. Porto Alegre manteve o segundo maior valor, com R$ 216,12. O menor custo foi registrado em Recife (R$ 166,13).

Apesar da alta generalizada no preço da cesta, o valor do salário mínimo necessário teve pequeno recuo, em março, devido à queda apurada em São Paulo. Assim, para a manutenção de um trabalhador e sua família o DIEESE estima que o salário mínimo deveria ser, em março, de R$ 1.881,32, enquanto em fevereiro, precisava corresponder a R$ 1.900, 31.

Por: Dieese

 
   
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