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25 de abril: metalúrgicos de todo País mobilizados pela redução da jornada
16/04/2008

Cerca de 2 milhões de trabalhadores da categoria no país organizam-se em atos realizados pela CNM/CUT em parceria com a CNTM/FS

Os metalúrgicos ligados à Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e à Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM/FS) promoverão no dia 25 de abril, paralisações e manifestações em diversas regiões do país nos primeiros atos em defesa da redução da jornada de trabalho.

Ontem (14), durante ato das Centrais para o lançamento do "Dia Nacional de Lutas e Mobilizações pela Redução da Jornada", as duas confederações anunciaram que a primeira manifestação será dia 25 de abril, com a participação de mais de 2 milhões de metalúrgicos.

Haverá manifestações unificadas em todos os Estados onde as duas confederações têm representação, com paralisações em fábricas, passeatas e atos públicos. Em São Paulo, os trabalhadores ligados à CNM/CUT partem da concentração na sede nacional da CUT no bairro do Brás às 8h, enquanto os metalúrgicos da Capital sairão da sede do sindicato, no bairro da Liberdade, seguindo em passeata até a praça da Sé, onde se encontrarão para uma grande manifestação, a partir das 9h.

Segundo o presidente da CNM/CUT, Carlos Alberto Grana, além de dirigentes de Federações e Sindicatos de metalúrgicos a campanha é uma bandeira que unifica as Centrais Sindicais. Já Eleno Bezerra, presidente da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, diz que "com a redução da jornada pretendemos combater a terceirização irregular e as desigualdades salariais que diferenciam os trabalhadores".

Direitos iguais - "As empresas estão batendo recordes de produção, os preços dos carros, por exemplo, são os mesmos em todo o País, mas os salários e as jornadas de trabalho, não. Temos que fazer uma ação conjunta para acabar com as desigualdades", enfatiza Grana.

Após o dia 25 de abril, CNM/CUT e CNTM encaminharão pauta à Confederação Nacional da Indústria (CNI) para discutir a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial e a implementação da Convenção 158 - que impede a demissão imotivada - no ramo metalúrgico. De acordo com os sindicalistas, no ano passado a rotatividade do setor ultrapassou os 30%, com trabalhadores sendo demitidos para voltar a serem contratados posteriormente com salários mais baixos.

Por: CNM/CUT - Assessoria de Imprensa

 
   
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