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Cesta básica tem recuo de até 7,80%
07/04/2009

Em março, apenas duas - Rio de Janeiro (2,07%) e Belém (0,70%) - das 17 capitais onde o DIEESE realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica registraram aumento no preço do conjunto de produtos alimentícios essenciais. Em sete localidades, as retrações superaram 5,0%, com destaque para Curitiba (-7,80%), Aracaju (-7,18%), São Paulo (-6,51%), Vitória (-6,27%) e Florianópolis (-6,04%).

Quinze capitais registraram variação acumulada negativa no primeiro trimestre de 2009. As maiores quedas ocorreram em Aracaju (-13,41%), João Pessoa (-12,88%), Florianópolis (-10,39%) e Belo Horizonte (-10,28%), enquanto houve aumento em Belém (2,00%) e Salvador (0,18%). Entre abril de 2008 e março último, a alta acumulada é inferior, na maior parte das capitais pesquisadas, ao reajuste de 12,05% concedido em fevereiro último ao salário mínimo. A única exceção é Salvador, aonde o aumento chega a 12,86%. Porto Alegre (10,46%) e Goiânia (10,15%) tiveram alta acima de 10,0%. Três localidades registraram deflação para o período: Belo Horizonte (-3,23%), São Paulo (-0,91%) e Aracaju (-0,51%). Ainda não existem dados anuais para Manaus.
Apesar da queda de 3,37% verificada em Porto Alegre, a capital gaúcha continuou a ter, em março, a cesta mais cara (R$ 238,73). Com a elevação ocorrida no mês, o segundo maior valor foi apurado no Rio de Janeiro (R$ 228,15), enquanto São Paulo ficou em terceiro lugar (R$ 221,90). Aracaju (R$ 167,37), João Pessoa (R$ 174,72) e Recife (R$ 175,48) foram as capitais onde o custo foi mais baixo.

Em março, o salário mínimo necessário - estimado com base na cesta mais cara - ficou em R$ 2.005,57, que corresponde a 4,31 vezes o menor salário oficialmente pago no país, de R$ 465,00.

Por: Dieese

 
   
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