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NOTÍCIAS CURTAS DA CONJUNTURA
07/06/2009

Produção industrial cresce

A produção industrial em abril, na comparação com o resultado de março, cresceu em sete das 14 regiões incluídas na Pesquisa Industrial Regional Mensal do IBGE. Os dados divulgados mostram que o destaque foi a indústria do Espírito Santo, com alta de 7,1%. Em seguida, vêm as de Goiás e do Rio Grande do Sul (ambas com expansão de 2,3%) e a do Ceará (1,7%). Nesses locais, os índices superaram a média nacional, que no período ficou em 1,1%.

Alta na Cesta Básica local

Em maio de 2009, após quatro meses consecutivos de queda, a Cesta Básica de Porto Alegre volta a subir de preço passando para R$ 243,43. A taxa verificada em igual mês de 2008 foi de 4,32%. Nos primeiros cinco meses do ano, a queda é de 4,48%. Em doze meses a cesta está 2,90% mais cara. Dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros essenciais previstos para Porto Alegre, seis tiveram alta em maio, com destaque para o tomate (38,19%), a batata (23,12%) e o leite (18,90%). Sete produtos registraram queda. Os principais recuos ocorreram no feijão (-9,23%), na banana (-3,53%), na farinha (-3,15%) e no açúcar (-2,65%). A variação no período do real ficou em 265,24%. O valor da cesta básica representou 56,90% do salário mínimo líquido, contra 54,89% em abril e 61,96% em maio de 2008.

Conquista das mulheres gestantes

O projeto de lei que só permite a demissão de gestantes por justa causa após a apuração, por meio de inquérito judicial, de falta grave, foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Fica faltando apenas a aprovação do plenário do Senado. Pela proposta, a empresa terá que pagar os vencimentos da trabalhadora durante todo o inquérito. A garantia no emprego dará à trabalhadora mais tranquilidade e maior equilíbrio emocional no decorrer da gestação, o que, comprovadamente, tem efeito positivo na criança que está por nascer, pois ela não seria privada de bens de primeira necessidade.

Governo mais rejeitado da história

O Datafolha revela que o governo Yeda (PSDB) é o mais rejeitado da história. Não do Rio Grande do Sul, mas do Brasil. Segundo o diretor geral do instituto, Mauro Paulino, nunca tanta gente avaliou como ruim ou péssimo o desempenho de seu governante. Pois Yeda conseguiu: 51% dos gaúchos consideram péssima sua administração na pesquisa de maio. Yeda não conseguiu desvincular a imagem de seu governo das denúncias de irregularidades que pipocam desde seu primeiro ano de mandato.O Datafolha revelou também que 88% da população gaúcha quer a CPI da Corrupção e, desses, 70% já consideram a hipótese de impeachment da governadora.

Aprovação de Lula bate recorde

Mesmo sob o impacto da crise financeira, o índice de aprovação do governo Lula (PT) voltou ao patamar recorde atingido em novembro do ano passado, quando a crise econômica mundial se intensificou. Segundo a pesquisa do Datafolha realizada em maio, 69% dos entrevistados classificam o governo como ótimo/bom. A administração é regular para 24% e ruim/péssima para 6%. Em comparação à pesquisa realizada em março, os índices de aprovação ao governo Lula apresentam um crescimento de cinco pontos entre os entrevistados com renda familiar mensal de até dez salários mínimos. O pior desempenho ficou entre aqueles com renda superior a dez mínimos e na elite, que até hoje não se conforma de ter um metalúrgico no comando do país. Nesse segmento, a aprovação sofreu uma queda de sete pontos percentuais, passando de 58% para 51% no mesmo período.

Melhora atendimento do INSS

As agências do INSS passaram a funcionar, desde 1º de junho, dez horas ininterruptas, das 7h às 19h. Tais horários devem ser fixados em locais visíveis no interior das agências para que a comunidade possa cobrar. Para maior comodidade dos cidadãos, o INSS está aceitando atendimento com hora marcada. Neste caso, o agendamento pode ser feito pelo fone 135 ou pela Internet, por meio do site www.previdencia.gov.br.

CUT pressiona o Congresso

As centrais sindicais, especialmente a CUT, estão pressionando o Congresso Nacional para ver aprovados os vários projetos de interesse da classe trabalhadora. As prioridades são a redução da jornada semanal para 40 horas, o fim do fator previdenciário, a política de recuperação do salário mínimo, o combate ao trabalho escravo e a ratificação das convenções 151 (convenções coletivas para servidores) e 158 (contra as demissões imotivadas) da OLT. A CUT entende que 2009, por ser um ano pré-eleitoral, é propício para colocação dos projetos em votação e aprovação dos mesmos.

Por: Geraldo Muzykant - Jornalista, assessor de imprensa

 
   
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