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Reajuste de apenas 7,1% do piso regional, mais uma lamentável decisão do Governo Yeda
07/06/2009

Representantes da CUT e sindicatos filiados estiveram no plenário da Assembleia Legislativa do RS na semana passada para acompanhar a votação do Projeto de Lei 67/2009, que instituia o reajuste do piso salarial regional.

O movimento sindical defendia um reajuste de 15% (a média do PIB-RS e a estimativa do INPC), acrescido de índice de recuperação e valorização permanente do poder aquisitivo do piso, para resgatar gradativamente o valor de 1,28 salário mínimo nacional na menor das quatro faixas salariais do piso regional. Porém, a governadora Yeda pretendia conceder apenas 5,92%, considerado insuficiente pelos trabalhadores. No entanto, depois de muito debate, a maioria que dá sustentação política ao governo Yeda cedeu e, por 31 votos, aprovou o reajuste de apenas 7,1%. O índice vale para as quatro faixas do piso, que agora vão de R$ 511,29 a R$ 556,06.

Celso Woyciechowski, presidente da CUT-RS, lamentou que o governo estadual, junto com sua base de aliados, vem trabalhando ano a ano para extinguir esta importante conquista da classe trabalhadora, atacando os trabalhadores e a economia do Estado. Ele avalia como vergonhoso um governo que privilegia grandes empresas em detrimento da economia do RS.

Para Mauri Schorn, presidente do nosso sindicato, “não dá pra ficarmos satisfeitos com este reajuste, pois entendemos que o salário mínimo regional tem que cumprir a sua função histórica de distribuição de renda. O Estado tem condições de sustentar um reajuste maior. Ao reajustar decentemente o poder de compra do piso regional, o Estado geraria mais consumo e o consumo geraria mais empregos, melhorando a conjuntura econômica do Rio Grande. O governo Yeda mais uma vez provou que está na contramão do governo Lula, que vem valorizando o salário mínimo nacional e lutando para que a renda garanta ao país a estabilidade econômica geradora de empregos e inclusão social”.

PROTESTO - A CUT e entidades dos movimentos popular e estudantil, organizados na Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), realizam no dia 18 de junho, em Porto Alegre, mais um ato público de protesto contra a corrupção instalada no Governo Yeda. Diante das últimas evidências, é imprescindível que a sociedade gaúcha se manifeste contra os escândalos que envergonham o Rio Grande. Segundo os organizadores, após o protesto a militância dos movimentos sociais pretendem fazer uma vigília e um acampamento em frente ao Palácio Piratini.

Por: Geraldo Muzykant - Jornalista, assessor de imprensa

 
   
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