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Estudo do Dieese desmonta choradeira dos empresários
03/07/2009

Confederação Nacional da Indústria reclama da redução da jornada para 40 horas, mas estudo do Dieese mostra que argumentos dos patrões estão furados.

Estudos do Dieese desmontam a afirmação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de que a redução da jornada semanal para 40 horas vai aumentar os custos de produção e criar dificuldades para a geração de emprego.

De acordo com o economista Cássio Calvete, do Dieese gaúcho, o impacto da redução no custo da mão de obra é praticamente nulo.

"Aumenta o custo em 2%, valor que é absorvido em apenas seis meses frente ao ritmo de crescimento da produtividade", disse. Levantamento feito pelo economista revela que nos últimos 15 anos a produtividade da economia brasileira cresceu 150%.

Calvete também desmontou com argumentos a afirmação do presidente da CNI, Armando Monteiro, de que "em plena crise, a pior receita é aumentar os custos de produção".

Terrorismo

Calvete lembrou que uma possível redução do crescimento econômico não significa queda da produtividade. E destacou que na década de 90, em plena recessão, a produtividade industrial cresceu a fortes taxas, em média 8% ao ano.

O presidente da CUT, Artur Henrique, comentou que em 1988, quando a Constituição reduziu a jornada de 48 para 44 horas semanais, a CNI também previu aumento dos custos de produção e milhares de demissões. "Nada disso aconteceu", ressaltou.

Por: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

 
   
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