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Cesta Básica tem alta moderada na maioria das capitais
07/07/2009

Em junho, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica realizada pelo DIEESE registrou aumentos moderados em 12 das 17 regiões pesquisadas. Entre os maiores aumentos estão Aracaju (4,47%), Fortaleza (1,80%), Florianópolis (1,53%) e Curitiba (1,04%). Em cinco capitais houve reduções, sendo que as maiores foram em Brasília (-2,28%) e João Pessoa (-0,90%).

Apesar da pequena taxa de aumento (0,09%), Porto Alegre permanece com o maior custo da cesta de alimentos básicos, de R$ 243,66. A capital paulista, também com pequena taxa positiva (0,33%), apresenta o segundo maior valor da cesta, de R$ 228,10, seguida por Vitória (R$ 227,30) e Rio de Janeiro (R$ 220,20).

Nos últimos 12 meses, as maiores reduções foram anotadas em Florianópolis (-8,69%), Aracaju (-8,03), Belo Horizonte (-7,56%) e São Paulo (-6,99%). As evoluções foram registradas em Salvador (7,27%), Vitória (3,10%) e Goiânia (0,51%).

Com base no valor da cesta mais cara e, levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estimou o valor do salário mínimo necessário, que, no mês de junho, deveria ter sido de R$ 2.046,99, ou 4.4 vezes o salário mínimo vigente, de R$ 465,00.

Por: Dieese

 
   
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