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Nova diretoria da FTM/CUT toma posse e Mauri Schorn, presidente do nosso sindicato, é o representante de nossa base metalúrgica na entidade
17/08/2009

A Federação dos Metalúrgicos (FTM/CUT) realizou na sexta-feira, 14 de agosto, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho do Parque Harmonia, em Porto Alegre, a posse da diretoria que compõe a gestão 2010/2013.

Uma confraternização que reuniu antigos e novos dirigentes, representantes de outras entidades sindicais e populares, e personalidades da política gaúcha, marcou a posse de uma direção que tem a responsabilidade de continuar um trabalho que vem garantindo a união e a manutenção dos direitos dos trabalhadores metalúrgicos no Estado.

Entre as entidades representadas estavam a CUT, Via Campesina, MTD, CTB, CPERS, PCdoB e PT, partido representado pelo deputado estadual Dionilso Marcon, o deputado federal e vice-presidente da Câmara Federal, Marco Maia, e o senador Paulo Paim.

Juntamente com outros 34 dirigentes de todas as bases metalúrgicas do Estado, incluindo o presidente de nosso sindicato, Mauri Schorn, os dirigentes Milton Viário (São Leopoldo) e Flávio de Souza (Canoas), que seguem à frente da Federação como presidente e vice, respectivamente, ouviram o testemunho dos presentes, que falaram da importância da categoria para toda a classe trabalhadora do Estado e do país, protagonizando as principais lutas nos últimos 30 anos e impulsionando todos os principais movimentos sociais brasileiros.

O fato foi lembrado pelo sapateiro de Sapiranga e secretário-geral da CUT/RS, João Batista da Silva, que encarregou-se de dar posse à nova direção da FTM/CUT. Batista lembrou dos embates que a classe trabalhadora vai ter ainda este ano no Estado, “onde vivemos sob um governo que não tem projeto de desenvolvimento e está envolto em inúmeras denúncias de corrupção”. O deputado Dionilso Marcon reforçou as críticas contra o governo Yeda que, em vez de explicar as falcatruas, “utiliza contra as manifestações democráticas uma Brigada Militar violenta, que persegue e covardemente reprime os dirigentes sindicais e os sem-terra”.

Já os dois representantes de nossa categoria no parlamento nacional, Marco Maia e Paulo Paim, falaram do orgulho de terem ajudado a construir a FTM e continuarem representando a classe trabalhadora no Congresso, lutando para aprovar importantes projetos como o fim do fator previdenciário, a redução da jornada e a sustentação financeira das entidades sindicais.

Por: Geraldo Muzykant - Jornalista, assessor de imprensa

 
   
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