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CPI DA CORRUPÇÃO: Escândalo: braço-direito de Yeda tenta evitar que CPI receba provas de corrupção
11/09/2009

Os deputados yedistas estão à beira de um ataque de nervos. Na quarta-feira, ao saber da decisão da juíza federal de Santa Maria, Simone Barbisan Fortes, que liberou a documentação integral das ações decorrentes da Operação Rodin aos deputados, eles foram pressionar o presidente da Assembléia Legislativa, Ivar Pavan (PT), para que não permitisse que tais documentos fossem utilizados pela CPI que investiga fraudes, cujos prejuízos ao Estado podem chegar a 44 milhões de reais.

Destaca-se neste triste papel o deputado canoense Coffy Rodrigues, já apelidado de "chefe da tropa de choque de Yeda na Assembléia". Essa tropa chegou a cogitar um pedido de destituição da deputada Stela Farias (PT) da presidência da CPI da Corrupção. Num recuo de última hora, limitaram-se a pedir ao presidente da Assembléia que não autorizasse o acesso aos documentos da Operação Rodin. Os deputados yedistas não querem que a CPI receba as provas e documentos da Rodin. Não querem ler nada, nem ouvir nada. Não querem que o Parlamento tenha acesso a essas informações. Não querem que a CPI investigue nada. E decidiram centrar fogo na presidente da CPI.

É mais um escândalo político num Estado mergulhado em escândalos. A governadora Yeda Crusius tentou até o último segundo evitar a CPI. Não conseguiu. Agora tenta evitar que a CPI investigue qualquer coisa. A base de apoio da governadora, liderada por deputados do PSDB e do PMDB quer melar a CPI antes da mesma começar. Coffy Rodrigues é o líder da tropa que quer impedir a presidente da CPI de presidir a comissão e quer evitar que o Parlamento tenha acesso aos documentos da Operação Rodin. Documentos, é importante lembrar, que falam da atuação de uma quadrilha instalada no aparelho do Estado. Os acusados de integrar essa quadrilha tem, nesse momento, no deputado Coffy Rodrigues, sua última esperança para que essas acusações sejam afogadas no silêncio.

Por: RS Urgente

 
   
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