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50 MIL TRABALHADORES FAZEM A MAIOR DAS SEIS MARCHAS
20/11/2009

A CUT e as demais centrais sindicais se uniram na semana de 9 a 11 de novembro para promover a 6ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, considerada a maior das mobilizações unitárias desde 2004. Cerca de 50 mil trabalhadores - 30 mil cutistas, sendo 10 companheiros de nossa base metalúrgica - realizaram em Brasília uma série de mobilizações para lutar por seis eixos unificados:
1) exigir que o Congresso aprove o PL 01/07, que efetiva a política de valorização do salário mínimo;
2) novo marco regulatório para o pré-sal, que garanta soberania nacional sobre a exploração e o uso dos recursos, destinando-os a políticas públicas de combate às desigualdades sociais e regionais;
3) atualização dos índices de produtividade da terra e aprovação da PEC 438/01 contra o trabalho escravo;
4) ratificação das Convenções 151 e 158 da OIT;
5) aprovação do PL sobre a regulamentação da terceirização e combate à precarização nas relações de trabalho;
6) e, principalmente, a redução da jornada sem redução do salário.
Durante os três dias foram realizados acampamentos, passeatas, visitas a parlamentares e outras autoridades, ocupação de corredores e a preparação para o dia 11, quando, pela manhã, os 50 mil manifestantes se postaram em frente ao Congresso Nacional para mostrar a força mobilizadora da classe trabalhadora. À tarde, os presidentes das seis centrais sindicais presentes foram recebidos pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, que recebeu a pauta de reivindicações e prometeu agilizar os debates entre os favoráveis e contrários à medida, mais as centrais sindicais, e encontrar um caminho para encaminhar o tema com entendimento entre os líderes partidários. Já o presidente do Senado, José Sarney, prometeu colocar a ratificação da convenção 151 para votação, com prioridade. No final do dia, cerca de 6 mil cutistas seguiram para a Praça dos Três Poderes, onde encerraram a marcha em frente ao Supremo Tribunal Federal para protestar contra o interdito proibitório, instrumento da Justiça Cível que, apesar de tratar de direito de propriedade, tem sido aplicado pelo STF, a pedido dos empresários, para impedir mobilizações e greves, e para protestar contra as ações diretas de inconstitucionalidade, usadas para derrubar avanços conquistados legitimamente pela mobilização e capacidade de negociação dos movimentos sociais.

Por: Assessoria de Comunicação Social

 
   
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