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O desafio humano para uma era sustentável
28/01/2010

A necessidade de mudança radical no comportamento humano para a constituição de uma verdadeira educação ambiental esteve em evidência na conferência “Educação Ambiental e o Desafio de Uma Era sustentável”, ocorrida na manhã desta quinta-feira (28/01) no Pavilhão Central Sapiranga do Fórum Social Mundial, que se encerra hoje na Cidade das Rosas e do Voo Livre – distante 59,5 quilômetro de Porto Alegre.

A mesa coordenada pelo professor universitário André Rafael Weyermüller, contou com a participação do ambientalista e economista político Ladislau Dowbor, que apresentou a evolução das águas, a situação das florestas mundiais, a extinção das espécies e a evolução do aquecimento global. Ele alertou que hoje o Planeta Terra soma 7 bilhões de pessoas, destacando a importância do controle de natalidade em todo o mundo.

Para o ambientalista de origem francesa, o maior problema do planeta é fruto do crescimento desordenado e rápido da população mundial. “Todos querem consumir mais carne, o que significa mais metano e mais aquecimento. A gente tem que repensar isso”, ressaltou.

Ladislau Dowbow também citou uma frase comum em seu país que diz: “Nada será legitimamente teu, enquanto a outrem faltar o necessário.” A citação veio em defesa de uma mudança radical no comportamento humano.

Para encerrar, ele preferiu resumir tudo o que disse ter escrito e teorizado em livros e em seu próprio site www.dowbor.org, com outra citação: “O sucesso não pode ser medido pelo que eu arranquei do planeta, mas pelo que eu contribui com ele.”

Outro palestrante da manhã, o assessor especial do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o jornalista Luís Antônio Carvalho, falou das prioridades do Governo Federal, sobretudo da defesa do Código Florestal Brasileiro.

Carvalho apontou a necessidade do trabalho integrado entre Governo Federal, estados e municípios. Salientou que campanhas ambientais bem-sucedidas não necessitam de muitos recursos, mas, sim, de apoio das comunidades. “A responsabilidade das diversas campanhas acaba sempre caindo sobre os ombros dos professores. Daí a necessidade de uma excelente formação para os quadros da educação”, defendeu o representante do Ministério do Meio Ambiente.

Por: Núcleo de Comunicação do FSM/Sapiranga

 
   
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