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Reduz pra 40 que o empresariado aguenta
10/02/2010

A Executiva Nacional da CUT, em reunião na manhã desta quarta, dia 10, decidiu propor para suas entidades filiadas a realização de um dia nacional de luta,com paralisações, atrasos de turno e mobilizações de rua, com o objetivo de continuar pressionando o Congresso Nacional e os empresários pela aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que reduz a jornada de trabalho para 40 horas por semana sem redução de salários e com adicional de 75% sobre as horas extras.

Maio deve ser o mês de realização do dia nacional de luta, indicou a Executiva, que ainda precisa debater o tema com as confederações, federações e sindicatos de sua base antes de definir a data.

Paralelamente, a CUT vai manter o diálogo com os parlamentares em Brasília e também nos estados. Outra orientação reiterada na manhã de hoje é que os ramos e os sindicatos incluam a redução da jornada como elemento central de suas campanhas e busquem entregar a pauta para as entidades patronais em cada região do País. Estas ações, inclusive, devem preceder o dia nacional de luta.

Com bom humor e alto astral, CUT pressiona parlamentares pelas 40h

A mobilização que a CUT fez na manhã desta terça (2) no Aeroporto de Brasília foi marcada pelo bom humor e pelo alto astral. Das oito às 10 horas, deputados e senadores que desembarcavam eram recebidos por dezenas de dirigentes sindicais, aos brados de "Reduz pra 40 que o Brasil aumenta e o empresariado aguenta" e outras palavras de ordem como "Primeiro o pré-sal, o Carnaval e depois as 40 horas".

O objetivo da mobilização era cobrar dos parlamentares a inclusão, entre as prioridades do primeiro trimestre deste ano, do projeto que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas.

Apesar de dirigido preferencialmente aos parlamentares, o ato e a panfletagem envolveram todos os passageiros e passageiras que desembarcavam no Juscelino Kubitscheck.

"40 horas semanais dão mais tempo para o lazer, para a família, para namorar. E ainda vão criar mais de 2 milhões de empregos", dizia Artur Henrique, presidente da CUT, ao megafone. E avisava: "Deputado, deputada, senador, senadora, este ano tem eleição..."

No Congresso - Encerrada a mobilização no aeroporto, os dirigentes se dirigiram ao Congresso, para panfletagem gabinete por gabinete. Está prevista também a presença da ministra da Casa Civil e candidata à Presidência da República Dilma Rousseff, que fará a abertura do ano legislativo.

"Tudo isso que estamos fazendo hoje é muito importante para manter a militância aguerrida e mostrar para o Congresso que nós não vamos desistir das nossas bandeiras só porque é ano eleitoral. Ao contrário", disse o secretário geral da CUT, Quintino Severo.


40 horas: CUT e Centrais iniciam vigília no Congresso Nacional, em Brasília

A CUT e as cinco demais centrais sindicais realizam nesta terça, 2, uma vigília no interior do Congresso Nacional para exigir que os parlamentares coloquem rapidamente em votação o projeto que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas e que remunera as hortas extras em 75% a mais que a hora normal.

A atividade foi aprovada em reunião com dirigentes das seis centrais sindicais, realizada na quinta, dia 21, em São Paulo. O dia 2 de fevereiro foi escolhido por representar a volta das atividades no Congresso Nacional. "É preciso o envolvimento das direções de nossos sindicatos, é necessária a presença desses dirigentes", conclama o presidente da CUT, Artur Henrique.

"Cada ramo deve se envolver nessa ação política, para que o projeto finalmente avance", diz Quintino Severo, secretário-geral da CUT.

Por: Isaías Dalle - CUT

 
   
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