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Problemas do Brasil agora são bons problemas, diz Dilma
10/06/2010

"Diante do tsunami que aconteceu nos EUA e na Europa [por causa da crise] eu acho que as pessoas vão concordar comigo que o que nós passamos foi a própria marolinha", disse a pré-candidata, por telefone, de Brasília, à rádio "Capital", de São Paulo.

Ao comentar o aumento da taxa de juros, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou hoje pela manhã em entrevista que "os problemas do Brasil agora são bons problemas" e que a situação econômica do Brasil é "muito interessante".

"Diante do tsunami que aconteceu nos EUA e na Europa [por causa da crise] eu acho que as pessoas vão concordar comigo que o que nós passamos foi a própria marolinha", disse Dilma, por telefone, de Brasília, à rádio "Capital", de São Paulo.

Segundo a petista, a convenção de seu partido, marcada para o domingo, quando ela será oficialmente homologada candidata, será uma "convenção festiva", porque ela já está escolhida pelo partido.

Dilma reconheceu que sua indicação como candidata petista ao Planalto se deveu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Eu acredito que o fato de eu estar extremamente familiarizada e ter participado diretamente do governo, de ter coordenado as principais ações do governo, inclusive ajudado a elaborar os principais programas, foi o motivo pelo qual o presidente Lula considerou que eu era a pessoa mais capaz de dar continuidade ao programa e projeto político", afirmou.

Dilma afirmou que tem tido uma "experiência muito rica desde que saiu do governo", com "contato com a população, muito próxima da população". Na realidade, a candidata tem dado preferência a entrevistas a rádios, TVs e jornais e a agendas institucionais fechadas, com muito pouco contato com a população e sempre com forte segurança.

PESQUISA E DANONE

Sobre as últimas pesquisas de intenção de voto que mostram um empate técnico entre a ela e o tucano José Serra, Dilma afirmou que tirar conclusões de pesquisas neste momento é "uma temeridade".

A petista comentou a melhoria da vida das pessoas --segundo ela uma conquista do governo Lula-- e disse que a melhora se refletiu na "mesa do brasileiro" e permitiu acesso "aos bifes e os danones [referência à marca de iogurtes e laticínios em geral]".

VIAGEM À EUROPA

Dilma foi perguntada sobre a agenda que deve fazer na próxima semana na Europa, em que irá encontrar lideranças na França, Espanha e Portugal. "Eu tive a oportunidade, pelas relações que estabelecemos todos esses anos, de ser convidada pelos chefes de governo e de Estado de três países importantes que têm a ver conosco, são países latinos. É uma oportunidade de discutir os problemas das relações internacionais do Brasil".

SABATINA NA FOLHA

Dilma lamentou que, por causa da viagem, teve que desmarcar compromissos, como a sabatina agendada na Folha de S. Paulo, que se realizaria no dia 17. "Lamento que por causa delas [agendas internacionais] eu tenha tido que desmarcar alguns compromissos agendados". Ela se disse disposta, "assim que voltar", cumprir os compromissos.

"É mais difícil eu agendar audiências com três chefes de governo do que eu agendar entrevistas e qualquer outro tipo de atividade no Brasil, porque no Brasil eu vou estar sempre", disse ela.

DOSSIÊ

Dilma voltou a responder sobre o dossiê contra José Serra, afirmando que os documentos não foram produzidos na sua campanha. "Somos a favor de um debate em alto nível".

Por: Folha Online

 
   
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