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Prepare-se: nova rodada de negociações fracassada é mobilização certa!
20/05/2010

Dia 25 de maio tem uma nova rodada de negociações. Nela os dirigentes sindicais esperam que os patrões não venham com essa conversa que não convence ninguém e apresentem contrapropostas decentes para cada uma das nossas propostas (veja ao lado), caso contrário a nossa campanha salarial pode tomar novos rumos menos na linha do diálogo e da negociação, e mais na linha da mobilização.

Cabe lembrar que a nossa campanha salarial também tem um caráter de unificação em nível estadual, coordenada pela Federação dos Metalúrgicos (FTM/CUT-RS), e que vários sindicatos metalúrgicos e de outras categorias locais estão de prontidão, prontos e dispostos a nos ajudar, suprir os recursos humanos necessários para paralisarmos empresas e fazer outras mobilizações, esgotadas as tentativas de acordo negociado.

A luta é de todos(as)!

Companheiros e companheiras metalúrgicas: sabemos que o dissídio é, talvez, o único momento pelo qual podemos recuperar as nossas perdas salariais do ano anterior à data-base e arrancar um aumento real para melhorar o padrão salarial de nossa categoria e compensar o rebaixamento salarial feito pela patrãozada durante o ano, via rotatividade de pessoal. Não podemos perder a chance de buscar o que é nosso!

O sindicato faz a sua parte, defendendo os interesses da categoria e lutando para fechar um dissídio digno na mesa de negociações. Mas a entidade precisa contar com o respaldo da base, pois os patrões sempre apostam na nossa desmobilização e só cedem quando percebem que a categoria está unida, está insatisfeita, na maior chiadeira, mobilizada, apoiando e participando das assembleias e das outras mobilizações promovidas pelo sindicato.

Portanto, a luta é de todos(as) e não só do sindicato. Se cada um dos trabalhadores e trabalhadoras fazer a sua parte, vamos fechar um bom dissídio. Pense nisto!

Principais reivindicações da campanha salarial:

- Reajuste Salarial de 10% (5,49% de reposição da inflação + aumento real)
- Reajuste de 14% nos pisos salariais (mesmo reajuste reivindicado para o piso regional)
- Redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução de salários
- Limitar horas-extras para apenas 30 horas mensais, remuneradas com adicional mínimo de 75% do valor hora normal
- Justificativa de demissão de acordo com a Convenção 158, da OIT
- Ampliação da licença-maternidade para 180 dias (Lei 11.970/08)
- Auxílio-creche para todos os(as) empregados(as)
- Pagamento do adicional noturno até o final do expediente
- Pagamento do adicional de insalubridade sobre o piso da categoria
- Substituir o quinquênio para triênio (3% a cada três anos trabalhados na mesma empresa)
- Mudança da data-base para 1° de setembro

Por: Assessoria de Comunicação Social

 
   
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