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DISSÍDIO SERÁ CONQUISTADO SÓ COM MOBILIZAÇÃO
28/05/2010

No dia 25 de maio foi realizada a segunda reunião com o sindicato patronal. Infelizmente, as negociações não avançaram nada. Salários, pisos e outras cláusulas econômicas de nosso dissídio nem entraram em pauta.

Portanto, quem esperava receber um reajuste na próxima folha de pagamento, vai ter de esperar mais um mês, pois os patrões têm prioridades e pressas para tudo, menos para agradar seus funcionários, conceder a eles o que é de direito, a reposição das perdas.

MOBILIZAÇÕES PODEM TER GREVE

“Dá pra sentir que se não haver mobilização, não vamos ter dissídio”, resumiu o presidente do nosso sindicato, Mauri Schorn. Para a direção do sindicato, infelizmente a classe patronal não valoriza as tentativas de diálogo e negociação do sindicato, não restando outra alternativa que não seja iniciarmos mobilizações mais fortes, que mexam com aquilo que os patrões têm de mais sagrado, que é a produção. A próxima rodada de negociações vai ser realizada só lá no dia 14 de junho. Neste ritmo, se não haver mobilizações, tão cedo a gente não vai ter nosso aumento no bolso.

A direção do sindicato já está planejando para a semana que antecede o dia 14 algumas assembleias nas portas das principais fábricas de nossa base metalúrgica, com atrasos na pegada. Após esta data, caso os patrões não comecem a se coçar, podem acontecer paralisações e greves decretadas para durar no mínimo um dia inteiro.

Companheiro(a):
É importante que você e seus colegas de trabalho se preparem para esta luta. Vamos ter de arrancar, nem que seja na marra, um bom reajuste em nossos salários. Só a reposição das perdas causadas pela inflação (5,49%, segundo o INPC/IBGE) não nos serve, pois queremos a valorização dos pisos e um aumento real que recomponha o poder de compra de nossos salários, arrochados e reduzidos pelas empresas por meio da grande rotatividade de pessoal nos últimos anos. Cabe lembrar que, pra reduzir o custo da folha de pagamento, os patrões demitem e, logo em seguida, contratam outros trabalhadores para a mesma função, pagando bem menos.


Por: Assessoria de Comunicação Social

 
   
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