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"Senador do Brasil" lidera na pesquisa do Instituto Methodus para o Senado
19/08/2010

Pesquisa do Instituto Methodus, encomendada pelo jornal Correio do Povo com as intenções de voto para o Senado no Rio Grande do Sul, e divulgada nesta terça-feira (17), mostra empate técnico entre o senador petista Paulo Paim, candidato à reeleição, e o peemedebista Germano Rigotto. Paim tem 48,5% e Rigotto 47,7%. Ana Amélia Lemos (PP) aparece com 39,4%. Os demais candidatos aparecem com índices totais inferiores a 5%. Brancos e nulos são 8,9% e, indecisos, 34,8%.

Os números dessa pesquisa são diferentes do levantamento feito pelo instituto Datafolha e divulgado ontem pela Rede Globo e Folha de S. Paulo. Segundo o Datafolha, o ex-governador Germano Rigotto (PMDB) aparece na liderança da disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul, com 43% das intenções de voto. O petista Paulo Paim, candidato à reeleição, está em segundo lugar, com 35% da preferência dos eleitores, empatado numericamente com Ana Amélia (PP), que também tem 35% das intenções. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Como serão dois senadores eleitos pelo Estado neste ano, a pesquisa do Instituto Methodus detalhou quanto do total é referente à primeira opção de voto e quanto à segunda. Do índice de Paim, 30,6% são referentes à primeira opção dos ouvidos e 18% ao segundo voto. Os índices de Rigotto são, respectivamente, 29,3% e 18,3%. Para Ana Amélia, 21% representam o primeiro voto e 18,5% o segundo.

A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos ao Senado. Rigotto tem 12,4% de rejeição, Paim 11,1% e Ana Amélia 7,3%. Já 47,2% dos entrevistados disseram não rejeitar nenhum candidato.

A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 13 de agosto, com dois mil entrevistados, e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 23552/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 38580/2010.

Roberto Gross (PTC), 4,2%; Paulo Sanches (PCB) tem 3,9% de rejeição e Marcos Monteiro (PV), com 3,9%. As diferenças de um décimo de ponto percentual foram arredondadas para mais ou para menos.

SENADOR DO BRASIL

Paim quer continuar sendo "o senador do Brasil", apelido dado pelo colega Pedro Simon, devido à atuação do petista no Congresso. Foram oito anos de mandato, com mais de mil projetos apresentados beneficiando as mais diversas áreas - do ensino técnico para jovens à questão previdenciária, passando pelo direito das minorias. É respaldado por este trabalho desenvolvido em Brasília que Paulo Paim (PT) se apresenta ao povo gaúcho em busca de um novo mandato ao Senado Federal.

A disputa por um novo mandato se sustenta no desejo de ver aprovados alguns projetos que lhe são muito caros. Depois de criar o Estatuto do Idoso e ver o salário mínimo chegar a quase 300 dólares nos dias atuais, agora quer brigar pela aprovação do Estatuto da Pessoa com Deficiência e pelo fim do fator previdenciário, tema sobre o qual arrancou uma promessa do atual presidente. "O Lula me disse: Paim, vamos construir um acordo em cima do seu projeto", revela. Sobre a campanha, o petista comemora o apoio que vem recebendo de representantes dos mais diversos partidos - além de manifestações de apoio vinda de estados. "Quero buscar o segundo voto dos 10 candidatos ao Senado. Trabalhei muito durante os últimos oito anos. Se tudo o que fiz, o povo ficar sabendo, tenho confiança que serei reeleito", afirma.

PRINCIPAIS METAS

1 - Aprovação do Estatuto da Pessoa com Deficiência, de sua autoria
2 - Consolidação das leis sociais, transformando em lei - uma espécie de CLT - os programas sociais do Governo Federal
3 - Brigar pelo fim do fator previdenciário
4 - Lutar pela aprovação das reformas Tributária e Política
5 - Aprovar o Fundep, que seria um fundo de investimento no ensino técnico profissionalizante através de recursos - algo em torno de R$ 9 bilhões - do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)

JUNTO COM ABGAIL

No domingo, 15 de agosto, Paim visitou o Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas durante festa de apoiadores da ex-metalúrgica e dirigente sindical Maria Eunice Wolf a deputada est6adual, onde ressaltou a importância do voto casado nele e na companheira Abgail Pereira, do PCdoC. "Neste ano, os eleitores tem de votar em dois candidatos a senador. Eu e Abgail, juntos no senado, vamos continuar a luta pela classe trabalhadora e pelos aposentados", reforçou.

Na ocasião, comentou sobre outras pesquisas que estariam colocando seu nome em 2° lugar na disputa ao Senado, atrás de Rigotto. Afirmou não ter medo de pesquisas e mostrou confiança na reeleição, mesmo sabendo que a briga pelas duas vagas tende a ser acirrada. "Há oito anos, as pesquisas também colocavam meu nome atrás, mas na hora da apuração deu pra ver que elas estavam erradas".

Por: Terra / Correio do Povo / Diário de Canoas / STIMMMEC

 
   
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