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Dirigentes reúnem-se para avaliar 2010 e planejar a luta para 2011
07/12/2010

A direção do sindicato realizou nos dias 2 e 3 de dezembro o seminário que avaliou o ano que se encerra (2010) e o planejamento da luta para o próximo ano (2011).

Na ocasião, foi feita uma profunda análise da conjuntura atual e do cenário que aguarda a classe trabalhadora em 2011. A avaliação geral é que os metalúrgicos de Sapiranga, Nova Hartz e Araricá tiveram um bom ano. Houve expansão do emprego, abertura de novas empresas e os governos locais - especialmente em Sapiranga - investiram no desenvolvimento da região. Do ponto de vista da luta, a categoria se mobilizou e ajudou o sindicato a fechar um bom dissídio. Além da recuperação das perdas e da conquista de um aumento real, houve avanços importantes nas cláusulas sociais. A classe trabalhadora se mobilizou e conseguiu reeleger o projeto político iniciado pelo presidente Lula a partir da vitória da primeira mulher presidente do Brasil, a mineira de nascimento e gaúcha por adoção, Dilma Rousseff. A classe também ajudou a dar um fim no governo de Yeda Crusius, que, eivado de corrupção, tentou criminalizar os movimentos sociais e praticamente acabou com o piso regional. Por fim, ajudou a eleger Tarso Genro, que se comprometeu de respeitar e dialogar com os movimentos sociais, ressuscitar importantes projetos de geração de trabalho e renda do governo Olívio, detonados pelos governos Rigotto e Yeda, e implantar uma política de valorização do piso regional, assim como Lula fez com o salário mínimo.

PLANEJAMENTO

Foi consenso que, embora a economia brasileira esteja estável, a classe patronal vai se mobilizar para endurecer, não conceder reajustes dignos e tentar retirar ou flexibilizar os direitos da classe trabalhadora. Portanto, a união, organização e luta de nossa categoria será de fundamental importância.

No âmbito nacional, nossa categoria, por meio da CUT, da Confederação Nacional dos Metalúrgicos e das federações estaduais, vão retomar a luta pela redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução de salários, o fim do perverso Fator Previdenciário e a ratificação da Convenção 158, da Organização Internacional do Trabalho, que impede demissões imotivadas e acaba com o alto índice de rotatividade, mecanismo usado pela patrãozada para arrochar salários. A direção do sindicato pretende continuar sendo protagonista, participando das atividades promovidas por estas entidades.

Com relação à estrutura de nossa sede, a direção pretende manter em compasso de espera projetos de ampliação do prédio, pois para isso seria necessário um aporte financeiro extra que a categoria teria de bancar. Isso não vai impedir que se faça pequenas reformas para preservação o atual patrimônio.

Por: Assessoria de Comunicação do Sindicato

 
   
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