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Sem correção da tabela, Imposto de Renda corrói aumento real
28/01/2011

Centrais sindicais querem correção de 6,46% na tabela. Os trabalhadores podem perder uma parte do aumento real conquistado no ano passado se a tabela do Imposto de Renda não for corrigida.

No caso dos metalúrgicos do ABC, os 4,52% conseguidos pela categoria correm o risco de serem reduzidos a 3,05%, segundo a média salarial calculada pela Subseção Dieese do Sindicato.

Esse prejuízo aconteceria porque os trabalhadores sofrerão o desconto do Imposto de Renda sobre os salários deste ano calculados com base na tabela de 2010.

As faixas salariais daquele ano foram corrigidas em 4,5%, no último reajuste que seguiu o acordo fechado entre as centrais sindicais e o governo Lula, que determinava a correção da tabela pela meta da inflação do ano anterior.

As centrais sindicais estão reivindicando do governo Dilma 6,46% de correção, o mesmo índice da inflação do ano passado, além de um sistema de correção anual como o acordado com o governo Lula.

A falta de correção da tabela também prejudica companheiros que ganham a partir de R$ 1.567,00, isentos até o ano passado, e que passarão a contribuir com 7,5% de seus salários.

O aumento da mordida pela média salarial
O metalúrgico que em agosto de 2010 ganhava R$ 3.200,00, pagava R$ 214,00 de Imposto de Renda, o equivalente a 6,7% do seu salário.

Com o reajuste de 9% da campanha salarial, este companheiro passou a ganhar R$ 3.488,00 em setembro e a pagar R$ 279,00, o mesmo que 8% do salário.

Por: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

 
   
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